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Euclides Araujo, Advogado
Euclides Araujo
Comentário · há 4 anos
Nobres colegas, no Brasil sempre houve dois pesos e duas medidas para julgar e avaliar as condutas típicas dos crimes do colarinho branco e do crime colarinho azul, houve sempre a separação do crime praticado pelo bandido rico e do bandido pobre, trata-se de uma infâmia novamente ratificada pelo STJ sem prazo de validade, tratar a madame socialait do crime do colarinho branco de forma diferenciada dos demais é inaceitável, a conduta dela é a mesma de uma criminosa descamisada, ou seja, escolheu enveredar-se no mundo do crime da corrupção, lavagem de dinheiro de origem espúria e demais outros inerentes da ilicitude. A cidadã é um operadora do direito, colega de profissão para nossa tristeza, muito bem esclarecida ao contrário de muitos da plebe. Esta senhora não pode ter privilégios em detrimento das demais detentas ou presas por medidas cautelares. Quer privilégios, faça uma delação premiada para entregar os demais calhordas membros da quadrilha que tomou de assalto o Estado do Rio de Janeiro e deixou seus servidores em estado de penúria, não pode haver privilégios para esta senhora, a estadia dela na cadeia, não paga a terça parte do que a população sofreu no governo do marido bandido dela. Lugar de bandido é na cadeia. Ela não foge a regra e ainda não pode ter privilégios em detrimento das demais detentas e/ou presas cautelares. É um Brasil divido em vários Brasis, ficou comprovado neste caso que perdura até hoje a discriminação social até no mundo do crime. Durma com uma desta.
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